| PALESTRAS E MESAS-REDONDAS
Palestra 1:
"Novas fronteiras do ensino de Engenharia Química
- A reforma do currículo de Engenharia Química no
Massachusetts Institute of Technology (M.I.T.)"
Palestrante: Prof. Clark Colton, Departamento de Engenharia Química
do M.I.T., Estados Unidos.
Palestra 2:
"O perfil ideal do Engenheiro Químico
para a indústria"
Palestrante: Dr. Carlos Eduardo Calmanovici - Braskem
Mesa-Redonda 1:
"A utilização de técnicas
de ensino à distância nos cursos de Engenharia Química
- Situação atual e perspectivas"
Coordenador: Dr. Marcelo Seckler - Instituto de Pesquisas Tecnológicas
do Estado de São Paulo (IPT) e Presidente da ABEQ
- Prof. Dr. Cláudio Zaki Dib, com ampla experiência
em EAD, apresentará uma introdução sobre conceitos
e problemática seguida de exemplos. O prof. Cláudio
é titular da empresa de consultoria educacional Techne –
Sistemas Educacionais e de Treinamento e professor doutor aposentado
voluntário Instituto de Física da USP.
- Prof. Dr. Luiz Fernando de Moura, relatará
a experiência recente de implantação de um curso
de graduação à distância, o curso “Tecnologia
Sucroalcooleira”, da UFSCar – UAB, por ele coordenado.
O Prof. Moura é docente da UFSCar.
- Prof. Dr. Príamo Albuquerque Melo Júnior
relatará a experiência de 14 anos da Escola Piloto
Virtual em Engenharia Química da Coppe. O Prof. Príamo
é docente da COPPE-UFRJ.
O emprego de tecnologias de mobilidade para o ensino
gera novas condições e possibilidades para a prática
educacional: (i) aumenta o acesso à educação,
isto é, encurta distâncias; (ii) oferece mais flexibilidade
ao aluno (ele decide quando, onde e com quem realiza as atividades
de ensino); (iii) oferece novos recursos de aprendizagem. No entanto,
há dificuldades em sua implantação, e os resultados
ainda não são comparáveis aos métodos
clássicos de ensino.
O emprego de EAD no ensino superior em geral, e
em EQ em particular, é ainda incipiente. Por isso, é
oportuno divulgar entre a comunidade de docentes os potenciai e
riscos dessas novas possibilidades. As questões a serem levantadas
na mesa redonda são: as diferentes modalidades de EAD; o
esforço necessário para implementar e manter EAD;
os fatores de sucesso/fracasso (importância do planejamento
pedagógico e do envolvimento institucional); o panorama mundial
em EAD e o engajamento atual das universidades brasileiras; as modalidades
de EAD desejáveis no contexto da engenharia química.
Mesa-Redonda 2:
"Novos modelos para os cursos de graduação
em Engenharia Química no país"
Coordenação: Prof. Dr. José Luís de
Paiva - Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica
da USP
- Prof. Berend Snoeijer - UFSC, que irá
apresentar a experiência da Departamento de Engenharia de
Materiais da Universidade Federal de Santa Catarina com a implantação
e operacionalização do seu curso Cooperativo de Engenharia
de Materiais.
- Prof. Dr. Eduardo Mach Queiroz apresentando os programas de internacionalização
nos cursos de graduação da Universidade Federal do
Rio de Janeiro.
- Profa. Dra. Patrícia Helena Lara dos Santos Matai que irá
apresentar o modelo de ensino adotado no cooperativo de Engenharia
Química da Escola Politécnica da Universidade de São
Paulo.
O atual mercado de trabalho em estado de mudanças
constantes exige uma atualização contínua de
conhecimentos por parte do profissional, que também deverá
estar disposto a se desenvolver em qualquer área afim à
sua formação, impondo uma conduta flexível
de formação e de aprendizagem. Nesse contexto, novas
qualificações profissionais são valorizadas:
aprender a aprender, prontidão na resolução
dos problemas, maturidade relacional, responsabilidade social e
ambiental, inteligência emocional e estratégia da competência
voltada aos serviços da empresa. Os novos paradigmas levam
o indivíduo a assumir responsabilidades pessoais em situações
imprevistas, a tomar decisões sob pressão, assumir
cargos de gestão, a ter um espírito empreendedor o
que implica em desenvolver atitudes que mobilizem a inteligência,
a intuição e o relacionamento interpessoal. A meta
do ensino passa a ser também voltada para o desenvolvimento
de competências pessoais e não somente para os conceitos
curriculares. Os novos modelos de ensino requerem uma estreita interação
entre as instituições de ensino e o setor produtivo
para adequar, atualizar e avaliar os novos perfis laborais, visando
às transformações no mundo do trabalho e da
atual sociedade tecnológica.
Educação Cooperativa é um
modelo de ensino cuja meta é voltada para o desenvolvimento
de competências pessoais aliado aos conteúdos curriculares
através da alternância de períodos de aulas
com períodos de estágio curriculares obrigatórios.
O modelo permite a combinação da formação
acadêmica com a experiência, no mercado de trabalho,
através de estágios curriculares, descobrindo as competências
naturais de cada estudante na complexidade do mercado atual de trabalho.
Com respeito à utilização de recursos, o modelo
permite uma otimização no uso de laboratórios,
bibliotecas e demais instalações já que opera
com três períodos quadrimestrais ao ano.
Os programas de Mobilidade Internacional na Graduação
têm por objetivo proporcionar aos estudantes dos diversos
cursos de engenharia participantes uma formação não
só nas diversas áreas da engenharia, mas científica
plural visando uma qualificação profissional nos domínios
da ciência, técnicas e serviços bem como vivenciar
diferentes culturas e o aprendizado de línguas. xx
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