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PONTO DE VISTA

Inserção da sustentabilidade na concepção dos processos químicos
Por Sônia Denise Ferreira Rocha, professora adjunta do Departamento de Engenharia Química da UFMG.

A necessidade de se construir soluções ambientalmente corretas e eficientes para a viabilização dos processos industriais tem propiciado enormes desafios na Engenharia Química. Em um passado relativamente recente, a prática usual era centrada na concepção dos processos, sendo que a busca das soluções para o tratamento das emissões decorrentes da atividade industrial vinha em uma segunda fase do desenvolvimento do projeto. Entretanto, atualmente, inúmeros trabalhos e pesquisas visando o desenvolvimento de tecnologias para tratar emissões cada vez mais complexas têm sido publicados. Note-se que, à medida que o olhar sobre o meio ambiente foi se refinando e se tornando mais atento, a ação de tratar as emissões, em si só, é insuficiente para preservar a qualidade ambiental dos ecossistemas. Mais que isso, é necessário minimizar a utilização dos recursos naturais. A concepção de que recurso natural não deve ser um subsídio aos investimentos dos países em desenvolvimento aponta na direção de uma abordagem mais ampla e complexa dos processos industriais. Países do primeiro mundo investem recursos financeiros e países em desenvolvimento utilizam ao extremo seus recursos naturais, sem divisar, muitas vezes, a extensão das conseqüências futuras deste seu ato. A legislação ambiental vem sendo gradativamente aprimorada, buscando frear essa utilização irracional dos recursos hídricos, do solo e do ar.

A contribuição dos Engenheiros Químicos nesse contexto é de uma dimensão que ainda está muito além do que se consegue vislumbrar. A preservação ambiental se inicia nas etapas de concepção dos processos, pela busca de tecnologias limpas, alteração de rotas de processos, substituição de matérias-primas, insumos, fontes de energia, e além de tudo isso, pelo grande desafio de desenvolver tecnologias capazes de transformar resíduos em subprodutos ou resíduos inertes. A integração e a otimização dos processos já associam lucros com a análise de ciclo de vida dos materiais, numa perspectiva de planejar os processos de uma forma menos agressiva ao meio ambiente. A inserção nos Cursos de Engenharia Química de uma visão ampla de desenvolvimento dos processos com este enfoque é fundamental e decisiva na busca de soluções, que, cada vez mais, necessitam de criatividade, eficiência, flexibilidade, lucratividade na construção de um desenvolvimento industrial baseado na sustentabilidade. E o desafio começa na concepção, projeto e execução dos conteúdos contidos nas grades curriculares dos cursos de Engenharia Química, que precisam acompanhar essa mudança global, visando formar Engenheiros Químicos com a formação em meio ambiente que o mercado atual requer.

 

CLIPPING DO SETOR

Aumenta verba para a petroquímica

As perspectivas de importação de resinas termoplásticas nos próximos anos têm mobilizado as empresas do setor petroquímico, que ampliaram, em 2006, os investimentos em novas unidades de primeira e segunda gerações. Como resultado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou em 16,5%, para R$ 662 milhões, a previsão de desembolsos totais para o setor em 2006, que no ano passado se limitou a R$ 568 milhões. Ao todo, a carteira de projetos petroquímicos do banco engloba um volume total de R$ 1,29 bilhão.

Outro termômetro da urgência conquistada pela petroquímica nacional, até pelo peso que exerce sobre a balança comercial, é o novo plano de negócios da Petrobras. A empresa anunciou, na semana passada, uma ampliação de US$ 1 bilhão do total de recursos destinados ao setor nos próximos seis anos. A previsão, que se limitava a US$ 2,3 bilhões no plano anterior (2006-2010), agora envolve um montante de US$ 3,3 bilhões, com destaque para o projeto do novo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que será erguido no município de Itaboraí (RJ).

Diante da perspectiva de uma participação de, no máximo, 20% do BNDES nesse empreendimento, a tendência é que a Petrobras consiga dobrar a resistência do grupo Ultra, o outro sócio no projeto de US$ 6,5 bilhões. Com isso, deverá atrair novos sócios. O empresário Paulo Cunha, principal executivo do Ultra e considerado uma figura histórica d a petroquímica nacional, chegou a manifestar mais de uma vez a contrariedade com a intenção da petroleira abrir o projeto para a entrada de novos sócios.

De qualquer forma, como o volume contemplado pelo novo plano de negócios é insuficiente para dar conta de todos os empreendimentos previstos pela petroleira, a tendência é que a estatal não tenha como viabilizar o complexo sem outros sócios. Se prevalecer o desenho inicial, a Petrobras e o Ultra teriam que desembolsar US$ 1,4 bilhão, cada um, só para a primeira fase do projeto.

Projetos em curso

Além do Complexo do Rio, a carteira de projetos petroquímicos da Petrobras também engloba as obras do Complexo Acrílico de Minas Gerais, a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados previ sta para a região Centro Oeste e operação da produtora de PTA (insumo para fabricação da resina PET, usada em garrafas plásticas) em Pernambuco, em parceria com a italiana M&G. Os recursos também contemplarão a expansão da Fafen, fábrica de fertilizantes, na Bahia.

Com exceção da unidade de PTA, todos os demais empreendimentos não dispõem ainda de sócios. Outros grupos também desenvolvem projetos, com vistas à expansão das unidades de primeira e segunda gerações. Só na carteira do banco, seis deles devem resultar em novos desembolsos nos próximos dois anos. São eles as expansões da Petroquímica União (PQU), dos atuais 467 mil toneladas para 700 mil toneladas, da Polietilenos União, dos atuais 120 mil toneladas para 320 mil toneladas, e da Carbocloro, de 200 mil toneladas para 300 mil toneladas. Todos os empreendimentos são liderados p ela Unipar, a maior acionista, e demandarão investimentos de R$ 1,6 bilhão, dos quais R$ 772 milhões serão financiados pelo BNDES.

A Braskem também investirá R$ 750 milhões em projetos de expansão e modernização das unidades em Maceió (AL), Camaçari (BA) e Triunfo (RS). Desse total, R$ 380 milhões resultarão de desembolsos do BNDES. Também estão previstos empréstimos de R$ 93 milhões do banco para a Suzano Petroquímica ampliar duas unidades da antiga Polibrasil, nos municípios de Duque de Caxias (RJ) e Mauá (SP). A capacidade da primeira será ampliada dos atuais 200 mil toneladas/ano para 300 mil toneladas, enquanto a segunda, dos atuais 300 mil toneladas para 450 mil toneladas. Os dois projetos demandarão investimentos de R$ 201 milhões.
(Gazeta Mercantil)

Novo pólo do Rio busca investidores

A Petrobras, o grupo Ultra e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estão em busca de um ou mais parceiros para dividir o pesado investimento de US$ 6,5 bilhões (quase R$ 15 bilhões) para a construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, o primeiro do país que vai gerar matéria-prima (eteno) diretamente do refino de petróleo do tipo pesado. Mas, ante a urgência e certos da rentabilidade do projeto, Petrobras e Ultra decidiram iniciar os investimentos sozinhos, disse ao Valor o novo presidente da Petroquisa, o braço petroquímico da Petrobras, José Lima de Andrade Neto.

"Queremos mais sócios e estamos conversando com potenciais parceiros, mas podemos também estruturar o projeto para começar com a formação de hoje. Os parceiros que chegarem depois irão cobrir parte dos investimentos já feitos na proporção das suas participações", disse Andrade. Ele acaba de deixar a gerência-executiva de Novos Projetos da estatal para assumir o comando da Petroquisa, área que divide com a produção de petróleo e gás e o refino as prioridades do novo plano estratégico da Petrobras para 2007-2011. Substituiu Maria das Graças Foster, guindada para o comando da BR Distribuidora.

Os investimentos da estatal previstos para o setor petroquímico passaram de US$ 2,3 bilhões no plano 2006-2010 para US$ 3,3 bilhões na no va versão. A prioridade absoluta dos aportes é o complexo do Rio, que tem como instalação principal uma refinaria petroquímica de óleos pesados com capacidade para processar 150 mil barris por dia. Apesar disso, o início das obras do complexo sofreu atraso de um ano: os sócios mudaram de 2011 para 2012 o prazo para inauguração do empreendimento.

O arranjo societário entre Petrobras, Ultra e BNDES ainda não está definido. A expectativa é de que o banco tenha uma participação menor - de 15% a 20% - e atue como um suporte financeiro, como fez no caso da Rio Polímeros, petroquímica a gás inaugurada no Rio em 2005, na qual dividiu ao meio com a própria Petrobras um terço do investimento de US$ 1,2 bilhão. Tem 17,5%.

Mesmo com a sociedade em formação, Andrade disse que até o fim de agosto o projeto básico estará pronto e será iniciada a fase de detalhamento. É quando espera que sejam feitas as primeiras contratações de equipamentos.

A parte petroquímica do projeto está desenhada para uma capacidade de 1,3 milhão de toneladas de eteno por ano; 900 mil de propeno; 360 mil de benzeno e 700 mil de paraxileno (produtos de primeira geração), além de óleo diesel, coque e nafta.

A área onde será construído o complexo, uma região de fazendas no município de Itaboraí, região metropolitana do Rio, já foi declarada de utilidade pública para efeito de desapropriação. Petrobras e Ultra vão começar as negociações de compra com os proprietários. O valor de US$ 6,5 bilhões corresponde ao maior projeto industrial em andamento no país e diz respeito apenas às etapa um e dois da cadeia petroquímica. Com a terceira geração - transformação de resinas em peças e artefatos de plástico -, o total investido pode chegar a US$ 10 bilhões.

Andrade disse ainda que o fracasso da operação para exercer a opção que permitia à Petrobras elevar de 10% para 30% sua participação no capital da Braskem, a maior petroquímica privada do país, não encerrou as negociações com esse objetivo. A principal razão disso foi o impasse criado pela oposição do governo federal e de vários segmentos da sociedade gaúcha sobre a troca de sua participação na Copesul, central petroquímica do Rio Grande do Sul, por ações da Braskem.

"Naquele momento, realmente, as condições levaram a Petrobras, pelos motivos que já foram explicados à sociedade, a não aceitar o exercício daquela opção, mas isso não quer dizer que as portas estejam fechadas, pelo contrário", disse o executivo.

Segundo Andrade, o setor petroquímico brasileiro continua "em transição" e que isso significa conversações permanentes na busca de soluções que permitam às empresas ganhar escala para entrar na competição global em condições de igualdade.

O presidente da Petroquisa ressaltou que as conversas não são apenas com a Braskem, mas com todos os demais "players" do setor - Unipar, Suzano, Ipiranga e o próprio Ultra, entre as nacionais, além de empresas estrangeiras, como a Dow Chemical. "Em um setor em transição as conversações são permanentes. É o caso da petroquímica brasileira", resumiu Andrade, sem detalhar sobre o que vem sendo discutido.
(Valor Econômico)

Belgo, Oxiteno, Procter e Coca-Cola otimizam processos de gestão

Aplicado no programa STC Executivo – Skill Tools and Competence-, oferecido pela Fundação Dom Cabral (FDC) em parceria com a Kellogg Graduate School of Magnament, dos Estdos Unidos, o Projeto de Desenvolvimento Pessoal (PDP) ajuda empresas como Belgo-Mineira Sistemas, Coca-Cola, Procter & Gamble e Oxiteno a otimizar processo de gestão.

De acordo com a professora responsável pelo curso, Rosangela Pedrosa, o PDP auxilia os gestores a identificar as prioridades de investimentos a definir seus objetivos de carreira dentro das organizações.

A ferramenta ajudou o gerente de planejamento estratégico da Belgo-Mineira Sistemas, Aylton Benício Lima, a avaliar os riscos no mercado e investir em inovação para ganhar competitividade. “Nós percebemos que, se não avaliássemos os riscos, poderíamos perder posição para a concorrência, afirma Lima.

Ao terminar o programa, o executivo também ganhou maior visibilidade dentro da empresa e alcançou um aumento na remuneração.

Formação de líderes

Para aumentar a participação das pessoas na estão, o gerente industrial da Oxiteno da unidade de Tremembé, Francisco Sérgio Ruiz, resolveu aplicar os conceitos do PDP para implantar um programa de mudança na empresa. Na época, em 2003, a companhia estava passando por uma reestruturação e precisava capacitar seus funcionários. Ruiz conta que a metodologia permitiu difundir os conceitos e ferramentas de gestão por todos os níveis hierárquicos. “Buscamos desenvolver, em parceria com a consultoria Inter & Ação, um programa de Formação de Liderança, que já está na terceira turma”, explica Ruiz.

A formação de líderes também foi o foco da Coca-Cola. Segundo o gerente-geral da unidade de Manaus, Jório Veiga, a fábrica adotou, ano passado, um plano desenvolvimento gerencial, baseado na metodologia PDP. A partir da análise psicológica e profissional dos funcionários foi possível identificar os potencial de cada um e desenvolver suas competências para assumir novas posições.
(DCI)

 

3ª ESCOLA DE CATÁLISE DA FISOCAT

Sócios da ABEQ têm desconto de 50% no valor da inscrição

A Sociedade Brasileira de Catálise (SBCat), em conjunto com a Federação Iberoamericana de Sociedades de Catálise (FISOCat), realiza nos dias 14 a 16 de setembro a 3ª Escola Iberoamericana de Catálise e a “1ª Escola de Catálise da SBCat”.

O evento ocorrerá no Centro de Eventos da UFRGS em Gramado(RS), e será constituído por um conjunto de palestras sobre o tema: “Desafios da Catálise – novas matérias-primas e proteção ao meio ambiente”.

“A catálise é uma área estratégica no desenvolvimento tecnológico, pois permeia vários setores da indústria química. Diante da importância que novas matérias primas e o controle das emissões poluentes vem assumindo, nesta "3ª Escola de Catálise" serão ministradas palestras abordando os aspectos catalíticos e ambientais que envolvem seu processamento e utilização”, diz a coordenadora do evento, Soraia T. Brandão, do Instituto de Química da UFBA.

Inscrições até o próximo dia 14 de agosto.

Mais informações:
SBCat - (16) 3351-8693

 

CURSOS

Combustão Industrial

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) realiza no período de 21 a 25 de agosto, em São Paulo (SP), o curso “Combustão Industrial”. O objetivo do curso é transferir a técnicos do setor industrial conceitos fundamentais em combustão, gaseificação e formação de poluentes.

Destinado a profissionais de formação superior que estejam envolvidos em atividades de projeto, desenvolvimento, operação e gerenciamento ou análise de equipamentos de combustão e gaseificação, o curso será ministrado das 8h30 às 18h e terá carga horária de 40 horas.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.ensino.ipt.br.

Mais informações:
Andréa Valero (11) 3767-4226
cursos@ipt.br

Meio ambiente: gestão, impactos e soluções tecnológicas

O objetivo do curso “Meio Ambiente: gestão, impactos e soluções tecnológicas” é preparar profissionais para desempenhar atividades na área de meio ambiente, com enfoque em gestão ambiental, definição de soluções de problemas ambientais segundo os preceitos de desenvolvimento sustentável. Fornecer aos participantes conhecimentos e instrumentos para avaliação de projetos e empreendimentos na área ambiental. Discutir práticas e conceitos atualizados de forma a capacitar os participantes para atuar, de forma ecologicamente correta, buscando tecnologias limpas.

As aulas ocorrem aos sábados, das 8h às 17h, no Centro de Tecnologia Mineral (CETEM), no Rio de Janeiro (RJ). Tem duração de doze meses e docentes mestres, doutores e Phds da UFRJ, atuantes em suas respectivas áreas.Ao final do curso, serão emitidos certificados de conclusão com o reconhecimento do Ministério da Ciência e da Tecnologia.

Mais informações:
Centro de Tecnologia Mineral (CETEM)
(21) 3865-7311 (21) 2233-0488
magisst@cetem.gov.br

 

SEMINÁRIO

“Tecnologia em química automatizada e suas aplicações”

A Unicamp realiza no próximo dia 26 de julho na Faculdade de Engenharia Química, em Campinas (SP), o seminário “Tecnologia em química automatizada e suas aplicações”.

No seminário, serão debatidos temas como “Reaction characterization with multiple parallel reactors”, “Online Mid-IR characterization in chemical reactions and particle size measurement”, Reaction calorimetry and automated lb reactors”, entre outros.

O evento será ministrado nas línguas inglesa e espanhola, pelos palestrantes Leen Schellekens e Ilse Guzman, da Mettler Todelo, e Rodigo Maciel, da Micronal.

Mais informações:   
Micronal - (11) 5183-5100 ramal 273
http://www.micronal.com.br/quimautomat2.htm

 

PRÊMIO FRITZ FEIGL 2006

Almada vence Prêmio Fritz Feigl 2006

O ex-presidente (1998-2000) e membro integrante do Conselho Superior da ABEQ, Gerson de Mello Almada é o vencedor do Prêmio Fritz Feigl de 2006. Disputou o prêmio de R$ 40.000,00 com outros doze participantes do concurso, que nesta edição foi destinado aos profissionais da indústria.

Realizado anualmente pelo Conselho Regional de Química - IV Região (CRQ-IV), o Prêmio Fritz Feigl é dado aos profissionais do setores acadêmico e industrial que mais se destacaram durante sua carreira.

Engenheiro químico, Almada teve uma trajetória profissional exemplar. Tem diversos trabalhos técnicos publicados, com temas que vão do processo integrado de amônia-uréia à necessidade de regulamentação da energia elétrica, passando pelo abastecimento de gás natural.

É vice-presidente da Engevix Engenharia e membro da diretoria da Associação Brasileira de Montagem Industrial (Abemi), integra a Comissão de Engenharia do Instituto Brasileiro do Petróleo, entre outras faculdades.

O Prêmio Fritz Feigl foi entregue pelo presidente do CRQ-IV, Manlio Deodocio de Augustinis, no auditório do Conselho, em São Paulo (SP), no dia 24 de junho, durante a cerimônia que comemorou o Dia do Profissional da Química e os 50 anos da Lei 2.800/56, que criou o sistema Conselho Federal de Química – CFQ/CRQ’s.


Gerson de Mello Almada e o presidente do CRQ-IV,
Manlio Deodocio de Augustinis.

 

BOLSA DE EMPREGOS

A Bolsa de Empregos da ABEQ continua em plena atividade e é exclusiva aos sócios que estejam quites com a sua anuidade.

Os interessados deverão enviar Currículo Vitae pelo e-mail abeq@abeq.org.br, contendo dados pessoais, qualificações, formação acadêmica, áreas de interesse, línguas que domina, disponibilidade para mudança de Cidade / Estado e telefone para contato. A ABEQ encaminhará os Currículos às empresas da área, de acordo com a experiência de cada candidato e fará o acompanhamento junto às empresas. O contato e a seleção do candidato serão efetuados pela empresa interessada.

ENVIE SEU CURRÍCULO!


Vaga 1 - Engenheiro de Projetos

Empresa: Indústria do segmento Agroquímico Multinacional Americana
Cidade: Uberaba/MG
Perfil:

- Formação em Engenharia;

- Inglês fluente;

- Experiência mínima de 2 anos em desenvolvimento de projetos multidisciplinares em empresas do segmento químico (desejável);

- Conhecimento do sistema de qualidade ISO.

Contrato: CLT + Assist. Médica, Plano Odontológico, Seguro de Vida, Previdência Privada, Vale Refeição e Bônus de 2 salários/ano.

Os interessados pela oportunidade, favor enviar os currículos para vanessa@zagwork.com.br ou ligar para Vanessa (11) 3079-4892.

 

Vaga 2 - Engenheiro de Processos Senior

Perfil:

- Formação em Engenharia Química;

- Ter experiência em Empresas de Engenharia, com Projetos nas áreas Química, Petroquímica e Petrolífera.

- Mínimo 5 anos de experiência.

 

 

Boletim Informativo Nº 157 Junho/2006 Publicação da Associação Brasileira de Engenharia Química - ABEQ

Marcelo Martins Seckler
Editor
Ademilson Cadari
Jornalista - Mtb 41.344

SECRETARIA EXECUTIVA ABEQ
Associação Brasileira de Engenharia Química
Tel: (11) 3107-8747 – Telefax: (11) 3104-4649
E-mail: abeq@abeq.org.br
Home Page: www.abeq.org.br
Responsáveis:
Raquel de Lima Camargo Giordano
Diretora Presidente da ABEQ
Luiz Fernando de Moura
Diretor Convidado de Comunicações da ABEQ
Bernadete A. Perez
Secretária Executiva da ABEQ

Para esclarecer dúvidas ou enviar sugestões, escreva para imprensa@abeq.org.br ou acesse www.abeq.org.br.