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| Filiada
à CONFEDERAÇÃO INTERAMERICANA DE ENGENHARIA QUÍMICA Boletim Informativo N° 137 - Abril de 2003 |
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Leia
nesta Edição:
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| Os cursos brasileiros notáveis de Engenharia Química | |
| Em
julho de 2002 foi publicada a 16a edição do GUIA DO ESTUDANTE
Vestibular 2003 com sua 12a avaliação independe sobre os melhores
cursos brasileiros de graduação em 162 carreiras de nível
superior oferecidas por 1.132 escolas superiores (universidades plenas,
centros universitários e faculdades isoladas) dentre cerca de 13.000
cursos de graduação.
Essa avaliação independente do MEC considera o currículo dos cursos, titulação e dedicação do corpo docente da instituição, existência de pós-graduação strictu senso, bibliotecas, laboratórios de informática e de ensino prático, instalações, convênios, vida acadêmica, estágios, mercado de trabalho e outros aspectos; com abrangência maior do que um simples exame tópico teórico de formandos como é o Exame Nacional de Cursos (Provão) aplicado somente a 12% das carreiras de nível superior oferecidas no País. Os cursos superiores notáveis são classificados por carreira em EXCELENTES, MUITO BONS e BONS; sem divulgar os cursos não classificados, os não avaliados por falta de dados ou os muito recentes. Dentre cerca de 10 mil cursos superiores avaliados em 2002 no Brasil; 198 são EXCELENTES, 455 são MUITO BONS e 443 são BONS. Devido à política do MEC no governo passado para o ensino superior brasileiro houve uma desenfreada expansão de cursos pagos de necessidade e qualidade duvidosas, geralmente de curta duração e baixo investimento; e de instituições particulares pagas de ensino superior. Nos últimos cinco anos foram criados no Brasil mais de 7.400 novos cursos superiores, dos quais somente seis novos cursos na habilitação de Engenharia Química. Nesse mesmo período foram fechados quatro cursos de Engenharia Química, a saber: o da UEMG (Varginha MG), o da UGF (Rio de Janeiro RJ), o da UNISINOS (São Leopoldo RS), e o da UNICASTELO (São Paulo SP). Para comparação, nesse mesmo período foram criados 390 novos cursos de outras habilitações de Engenharia, 580 novos cursos de Administração, 470 novos cursos de Pedagogia e 210 novos cursos de Direito. Em 2002 foram oferecidos 51 cursos brasileiros de graduação em Engenharia Química com eventuais ênfases distintas, representando somente dois cursos a mais (4%) do que os 49 cursos oferecidos em 1.997. Só a região sudeste oferece 28 cursos de graduação em Engenharia Química, representando 55% do total. Em 2002 as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro sediaram 4 cursos de Engenharia Química cada uma. Os cursos brasileiros de Engenharia de Química mais procurados em 2002 foram os do IME (Rio de Janeiro - RJ) com 29,0 c/v; e o da UFSCar (São Carlos SP) com 19,4 c/v; da UNICAMP (Campinas SP) com 14,8 c/v; da EPUSP (São Paulo SP) com 13,3 c/v; da UFMG (Belo Horizonte MG) com 11,3 c/v; da UERJ (Rio de Janeiro RJ) com 10,5 c/v; e o da UFSC (Florianópolis SC) com 8,6 c/v. Todos esses sete cursos de Engenharia Química mais procurados em 2002 são oferecidos por instituições publicas, laicas, gratuitas e socialmente referenciadas; das quais 6 estão sediadas na região sudeste e uma região sul. São 20 os atuais cursos brasileiros notáveis de graduação em Engenharia Química segundo o GUIA DO ESTUDANTE Vestibular 2003, representando 39% dos 51 cursos dessa habilitação de Engenharia oferecidos em 2002 no País. São eles: EXCELENTES: UFSCar (São Carlos SP), EPUSP (São Paulo SP), UNICAMP (Campinas SP), e EFRJ (Rio de Janeiro RJ). MUITO BONS: IME (Rio de Janeiro RJ), UFBA (Salvador BA), UFGRS (Porto Alegre RS), UFU Uberlândia MG), UFMG (Belo Horizonte MG), UFSC (Florianópolis SC) e UEM (Maringá PR). BONS: UFC (Fortaleza CE), UFCG (Campina Grande PB), UFPR (Curitiba PR), UFRRJ (Seropédica RJ), UERJ (Rio de Janeiro RJ), UFF (Niterói RJ), UFPE (Recife PE), UFRN ( Natal RN) e FAENQUIL (Lorena SP). Todos esses 20 cursos brasileiros notáveis de graduação em Engenharia Química são oferecidos por 20 instituições públicas, laicas, gratuitas e socialmente referenciadas de ensino superior, sendo 18 (90%) universidades plenas (14 federais e quatro estaduais) e as outras duas (20%) instituições públicas isoladas, que são o IME (federal) e a FAENQUIL (estadual). Nenhum curso brasileiro de graduação em Engenharia Química oferecidos por instituições particulares pagas está relacionado entre os 20 cursos brasileiros notáveis dessa habilitação de Engenharia. Dentre esses 20 cursos brasileiros notáveis de graduação em Engenharia Química, 11 deles (55%) são oferecidos na região sudeste do país. Dentre os sete cursos de graduação em Engenharia
Química oferecidos em São Carlos e região, os cursos
gratuitos da UFSCar (São Carlos SP) e da UNICAMP (Campinas SP)
foram considerados EXCELENTES pelo GUIA DO ESTUDANTE Vestibular 2003;
não tendo sido classificados ou avaliados os cursos pagos da UNIFRAN
(Franca SP), IJES (Jundiaí- SP) , UNAERP (Ribeirão Preto
SP), UNIMEP (Santa Bárbara D Oeste SP), e da UMC (Mogi das Cruzes
SP). |
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| Já estão abertas as inscrições para o XIII CONEEQ - Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Química | |
| A
Apresentação: A Mostra de Iniciação Científica do XIII CONEEQ constará de apresentação de todos os trabalhos na forma de pôsteres nas dimensões 0,90 x 1,20 m. Esses serão avaliados por uma banca composta de professores de várias áreas de conhecimento e, a partir dessas avaliações serão selecionados 10 trabalhos para a apresentação oral. Datas: Data limite para envio dos resumos: 23 de maio A apresentação dos pôsteres será nos dias 10 e 11 de junho, das 8h00 às 10h00 e a apresentação na forma oral dos trabalhos selecionados será no dia 12 de junho, das 8h00 às 10h00. O resultado dos trabalhos premiados será anunciado durante a plenária final do congresso. Premiação: Envio de Resumos: Normas do Resumo: · Tamanho do papel será A5 (148,5 por 210
mm). Modelo: modelo_resumo-coneeq.zip Para obterem maiores informações é só acessarem a página www.xiiiconeeq.cjb.net ou pelo e-mail xiiiconeeq@yahoo.com.br |
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| Coppe e tecnologia: sucessos e desafios, artigo de Alberto Claudio Habert | |
| Acelerou-se
no mundo o processo da inovação e, por conseguinte, da exclusão
tecnológica
Alberto Claudio Habert, 56, é professor titular de engenharia química da Coppe-UFRJ. Em palestra recente, que marcou o início das comemorações dos 40 anos de fundação do Programa de Engenharia Química, o núcleo ao redor do qual nasceria e se expandiria a Coppe (Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia), recordava o prof. Waldemir Pirro e Longo que a tecnologia de base científica é absolutamente excludente: ela concentra inexoravelmente o poder nos níveis pessoal, institucional e nacional. Mas, observava ele também, o desenvolvimento tecnológico pode criar vantagens comparativas que superam as tradicionais que existem entre as nações. Identificamos na concepção e evolução da idéia da Coppe um movimento amplo que visa escapar da exclusão e chegar a uma posição mais favorável para o Brasil, desde que condições políticas sejam criadas e mantidas para tal. A industrialização brasileira já demandava profissionais de engenharia com alta competência científica para a política desenvolvimentista, como no caso da expansão das refinarias e na nascente petroquímica. Em março de 1963, numa iniciativa pioneira, o prof. Alberto Coimbra provocava na Universidade brasileira nova etapa de modernização, implantando o curso de mestrado em engenharia química, na então Universidade do Brasil (hoje UFRJ). A exigência do tempo integral e dedicação exclusiva a docentes, mais bem remunerados, e uma estrutura acadêmica ágil e moderna constituíram os alicerces de uma instituição que viria a se transformar rapidamente no maior centro de pós-graduação em engenharia do hemisfério Sul. Além de profundos impactos no desenvolvimento de novos cursos no país, incorporou uma necessária transformação cultural na pesquisa tecnológica: a ênfase nas ciências da engenharia, superando as limitações de um empirismo histórico. A Coppe conta hoje com cerca de 300 docentes doutores e 2.500 alunos pesquisadores em 12 áreas de engenharia. Contabiliza este ano quase 8.000 mestres e doutores formados, ocupando os mais diversificados postos de responsabilidade em empresas, Universidades e na administração pública. O espaço deste artigo não permite enumerar seus êxitos mais importantes, diversificados entre projetos estratégicos (como os de exploração marinha em parceria com a Petrobras), incubadora de empresas e laboratórios de referência. O presidente da República acaba de inaugurar, no Parque Tecnológico da UFRJ, um tanque oceânico com gerador de ondas que tem só outros dois similares no mundo. Mas a evolução da instituição pode ser ilustrada a partir de um retrato atual de seu curso de origem. O PEQ já graduou quase 750 mestres e doutores . A consolidação de seus grupos de pesquisa se traduz no reconhecimento nacional e internacional de sua excelência acadêmica, mantendo conceito máximo nas avaliações periódicas feitas pela Capes/ MEC. Vários de seus docentes já conquistaram prêmios nacionais e internacionais. As contribuições ao desenvolvimento de tecnologia no país ocorrem, além das teses, por meio dos convênios de pesquisa com empresas que atuam nas áreas química, petroquímica, de energia, agroalimentar, bem como no controle da poluição ambiental. Passadas quatro décadas, pode-se dizer que a Coppe está cumprindo com eficiência sua missão. No entanto, mesmo com os progressos citados, há evidentes indicadores que mostram que o país, com os recursos humanos e naturais que tem à sua disposição, não atingiu ainda o desenvolvimento tecnológico necessário. As causas passam pelo sistema político-econômico vigente, por razões culturais e fatores externos. Por um lado, acelerou-se no mundo o processo da inovação e, por conseguinte, da exclusão tecnológica, tanto em áreas tradicionais quanto em estratégicas. Por outro, internamente, os incentivos a uma carreira de ensino e pesquisa em instituições públicas tornaram-se reduzidos, para manter pesquisadores experientes e atrair novos talentos, incluindo as bolsas, de valor cada vez mais defasado. E há um contingente de cientistas e engenheiros altamente qualificados (muitos deslocados em tempos recentes de sua função profissional original) que aguardam sua grande chance de participar criativamente de um processo de desenvolvimento nacional. Torna-se urgente restabelecer e aprimorar de fato as condições para a consecução plena dos objetivos com os quais a Coppe e outras instituições foram criadas, visando um desenvolvimento tecnológico nacional, que colabore na solução dos prementes problemas do país, gerando também riqueza e emprego. O domínio do conhecimento tecnológico é apenas parte de uma complicada equação. Se o país não o transformar em inovação, e não formular e executar projetos adequados, estará perdendo oportunidades inestimáveis. Maior que a frustarão de expectativas será o desperdício dos investimentos públicos já feitos. Alguns dos mais sérios desafios que temos pela frente podem ser agregados em: clara definição de um projeto nacional e de uma política industrial coerente; valorização e mobilização dos recursos humanos de alta capacitação científico-tecnológica; ampliação quantitativa e qualitativa da base científico-tecnológica (com ações direcionadas do ensino primário à pós-graduação), principalmente através das instituições publicas; programas e recursos para ampliar a cooperação empresa-universidade, visando inovação tecnológica e geração de 'nichos' competitivos (produtos e serviços); integração e racionalização das ações em todos os níveis decisórios, com ágil gerenciamento. Os 40 anos da Coppe não apenas remetem à comemoração do feito. Num país 'novo' como o nosso, onde o efêmero é quase regra e a memória coletiva é curta, saudar cada década de funcionamento (resistência) de uma instituição pública com reconhecidas contribuições à nação é uma obrigação histórica, moral e estratégica: além
do exemplo para as novas gerações, reafirma-se aos políticos
e aos administradores a renovação do compromisso de preservar
o patrimônio acumulado e de pensar o seu futuro em sintonia com
as demandas da sociedade brasileira. |
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| I Fórum das Universidades Públicas Paulistas - Ciência e Tecnologia em Resíduos | |
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O
Fórum das Universidades Públicas Paulistas - Ciência
e Tecnologia em Resíduos visa à promoção do
encontro de profissionais dessa área de conhecimento, contando, neste
evento, exclusivamente com a presença das universidades públicas
paulistas e de seus institutos, tendo como principal objetivo a troca de
experiência entre os participantes e a divulgação das
pesquisas realizadas nessa área. Este fórum irá acontecer no período de 18 a 20 de maio de 2003 no Hotel Fazenda Fonte Colina Verde em São Pedro - São Paulo. Os Temas a serem abordados serão: I Política e Gerenciamento de Resíduos Maiores informações podem ser obtidas na: SECRETARIA DO FÓRUM |
| Bolsa de Empregos | |
A Bolsa de Empregos é um benefício que a ABEQ oferece ao associado, reunindo
oportunidades de emprego preferencialmente na área química; maiores informações
consultar a Secretaria da ABEQ ou através do site www.abeq.org.br.
Segue abaixo algumas vagas dísponíveis. |
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| Resultado do Concurso da Logomarca para o XV COBEQ - Congresso Brasileiro de Engenharia Química | |
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Já
saiu o resultado do Concurso da Logomarca para XV Congresso Brasileiro de
Engenharia Química que será realizado em Curitiba em setembro
de 2004. RESULTADO: 1o. COLOCADO: ADRIANE LIGMANOWSKI Aluna do Curso de Desenho Industrial - Programação Visual da UFPR 2o. COLOCADO: JOSÉ RICARDO HURMUS Aluno do curso de Tecnologia em Artes Gráficas - CEFET-PR 3o. COLOCADO: ARLETE DANKER Desenhista Industrial - Projeto de Produto - UFPR 4o. COLOCADO: ALESSANDRA GAVA Aluna do Curso de Desenho Industrial - Projeto do Produto - PUC-PR 5o. COLOCADO:
BERNARDO
AUGUSTO PAROLIN WOUK Observação: para ver os trabalhos clique no nome do autor. Datas Importantes: Premiação: Informações: |
| 11ª Conferência Internacional de Ciência de Colóides e Superfícies |
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A 11ª. Conferência Internacional de Ciência de Colóides
e Superfícies (11th International Conference on Surface and Colloid
Science) será realizada de 15 a 19 de setembro de 2003, em Foz
de Iguaçu. Os conferencistas
plenários serão Egon Matijevic (IACIS Conference) Toda informação sobre a conferência pode ser obtida na homepage http://www.collsurfconference.com.br, pela qual podem ser submetidos resumos e pode ser feita a inscrição, ou pelo e-mail: icscs2003@iqm.unicamp.br. Os organizadores estão encaminhando pedidos às agências financiadoras, para apoiar os participantes brasileiros, especialmente no que diz respeito às taxas de inscrição. Por se tratar de uma conferência internacional e que deve ser auto-financiada, as taxas de inscrição são elevadas pelos padrões brasileiros, embora sejam modestas para os padrões internacionais. Fernando
Galembeck (co-Chairman) |
| Lançamento da publicação "Cristalização" | |
| A
arte e a ciência da cristalização por vezes de entrelaçam,
levando os físicos, os engenheiros e os magos a se confundirem quando
falam de cristais. Assim, os magos publicam seus mistérios, os físicos explicam as camadas interatômicas e engenheiros procuram melhorar a produção de produtos cristalinos e projetar equipamentos industriais mais eficientes e econômicos. Dentro desse objetivo central se situa este livro. Resultado de vários anos de pesquisas e procurando simplificar o ensino e o aprendizado da Cristalização Industrial, ele se dirige a professores e estudantes de graduação de cursos de engenharia química, de alimentos, mecânica e de materiais; estudantes de pós-graduação e obretudo para engenheiros e tecnólogos de indústrias que se envolvem com a produção de produtos cristalinos por cristalização e por precipitação. A essência da cristalização abordada é a da ristalização a partir de soluções. Como primeira edição de um livro em língua portuguesa sobre o tema da Cristalização, espera-se poder contribuir para o seu melhor entendimento. O nome da editora é Editora da UFSCAr e os autores são: - Jaroslav Nývlt - Engenheiro Químico pelo Institute of Chemical Engineering of Prague (1965), PhD (1969) pelo PICT, Pós doc (1992) na UCL, Pesquisador do PICT e do ICC, Chefe do Laboratório de Cristalização do ICC, Secretário do WPC e autor de mais de 50 trabalhos cientifícos. - Marco Giulietti - Engenheiro Químico (1973) e MSc (1979) pela Escola Politécnica da USP, Doutor (1982) pelo Institut National Polytechnique de Lorraine (França), Pesquisador (desde 1978) e Diretor Técnico do IPT (1995-98), Professor Adjunto do DEQ/UFSCar) desde 1983. Convidado permamente do WPC. Depositou 6 patentes, publicou 3 livros e mais de 90 artigos científicos. - Jiri Hostomský - Químico, Engenheiro Químico (1956), PhD (1959) e Pós doc (1967) pelo Prague Institute of Chemical Technology (PICT), Chefe do Research Institute of Inorganic Chemistry (RIIC), República Tcheca. Chefe do Laboratório de Cristalização do Institute of Inorganic Chemistry of Czech Academy of Sciences (ICC). Professor visitante da University College of London (UCL), Waseda University, Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), Fundador e Presidente do Working Party on Crystallization of the European Federation on Chemical Engineering (WPC) até 1993. Depositou 30 patentes, publicou 32 livros e monografias e 620 artigos científicos. Atendimento e Difusão da Informação Livraria - e-mail: livraria@ipt.br Fone: (11) 3767-4228/4237 Fax: (11) 3767-4011 |
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| Fale com a ABEQ - Envie suas sugestões e críticas para a Associação: SECRETARIA
EXECUTIVA ABEQ
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