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Leia nesta Edição:· Prêmios · Cursos · Eventos
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PONTO DE VISTA |
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Estamos realmente inovando em nosso dia-a-dia?
Inovação, em seu sentido mais primário, significa novidade ou renovação. De origem latina, a palavra é derivada do termo “innovatio”, e se refere a uma idéia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com seus congêneres anteriores. Atualmente, as empresas têm explorado esta palavra, associando suas imagens corporativas ao contexto de que suas idéias e invenções rompem com os padrões vigentes e assim abrem uma nova dimensão aos seus produtos e serviços.
Se nos basearmos em uma referência bibliográfica com forma composição contemporânea, (o Manual de Oslo da OCDE), veremos que: “Uma INOVAÇÃO é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas.”
Dado a abrangência do conceito de “inovação” anteriormente apresentado e somando sua extensão, (que pode ser apenas uma melhoria substancial até uma ruptura completa com os padrões vigentes); isso tem permitido que muitas empresas o joguem em um limbo de idéias, práticas, produtos e serviços; e que quando examinarmos de forma cuidadosa suas práticas, constatamos que inovação é para várias delas apenas uma necessidade de marketing.
Claro que para muitas empresas, a legítima inovação é mais natural que em outras, todavia em todas elas isso requer empenho e coragem; uma vez que não se inova sem se querer antes de tudo, repensar o que já foi feito e sobre tudo, o que é feito (sem ranços ou preconceitos) e tendo sempre vontade fazer diferente.
Para encerrar, quero provocar nosso leitor a concluir se você e sua empresa estão realmente inovando em nosso dia-a-dia. “A mudança pela mudança não é inovação." - Orson Welles. “Inovação é a entrega de valor ao consumidor permitindo a empresa captar parte deste valor. " - Rogério Vollet, GM do Brasil. “Inovação é a aplicação prática da criatividade. " - Antônio Carlos Espeleta, 3M. Inovação é transformar amanhã em hoje – Comercial de TV.
Henrique José Brum da Costa é Engenheiro de Processos Pleno, da Diretoria de Tecnologia e Projetos da Vale Fertilizantes S.A e Diretor Presidente da Regional de São Paulo da ABEQ.
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PRÊMIOS |
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Prêmio de Incentivo é motivo de orgulho para jovens ganhadores
Em 2010, a ABEQ premiou estudantes com o melhor desempenho acadêmico em 23 centros universitários do país
Terminar a graduação e obter o diploma de bacharelado ou licenciatura é uma gratificação para aqueles estudantes que estão concluindo os cursos. Porém, para alguns estudantes de Engenharia Química, a surpresa pode ser ainda maior, especialmente se o jovem obteve um bom desempenho ao finalizar os estudos. Em onze anos de realização, o Prêmio Incentivo à Aprendizagem, da ABEQ, já foi entregue para 185 formandos no Brasil, que tiveram o melhor desempenho acadêmico. Contando com o apoio de empresas como Braskem, Henkel, Oxiteno e Petrobras, o objetivo é estimular o aluno a ter um bom desempenho durante o curso e assegurando sua entrada no mercado de trabalho.
“Sabia que existia o prêmio, mas sabia que tinham amigos meus com boas notas. No final, acabei ganhando. Sem dúvida, trata-se de um diferencial no meu currículo, além do diploma da minha graduação. É um exemplo de meritocracia e um incentivo ao estudo”, afirma o ganhador Leonardo Giampani Morita, 24, pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Da mesma universidade, mas do campus da cidade de Lorena, no interior de São Paulo, o jovem Luis Gustavo Ferrone Pereira, 24, não esperava ganhar algum reconhecimento por suas notas da graduação. “Foi uma surpresa grande, pois fiquei sabendo durante a minha colação de grau. Fiquei muito feliz por ser um dos vencedores”, disse ele.
Na foto acima, o jovem ganhador Luis Gustavo Ferrone
Além dos dois estudantes, outros 21 centros universitários receberam o Prêmio, que entrega um diploma, uma quantia em dinheiro e uma anuidade quitada de sócio da ABEQ. A seleção dos ganhadores fica por conta das faculdades que se baseiam nas notas das provas, trabalhos e na frequência do aluno ao longo do curso. Para participar, o estudante deve estar matriculado em um dos cursos de Engenharia Química das universidades patrocinadas.
Fonte: ABEQ
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CLIPPING DO SETOR |
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Biodiesel gera eletricidade em célula a combustível
Pesquisa do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP testou a utilização do glicerol, principal resíduo das reações que formam o biodiesel, na geração de energia elétrica. O estudo utilizou meios de cultura enriquecidos com glicerol para desenvolver a bactéria Pseudomonas aeruginosa, que colocada em uma célula a combustível, tem a capacidade de transferir elétrons para eletrodos, o que permite a produção de eletricidade.
De acordo com Adriano Soares de Oliveira Gomes, pesquisador que realizou o estudo, as células a combustível biológicas, ou seja, aquelas que utilizam enzimas ou microorganismos para a conversão de substratos em energia, podem utilizar diversos tipos de combustíveis. “Por isso, a pesquisa nesta área tem ganhado cada vez mais espaço no meio acadêmico”, diz. “O glicerol, devido ao crescimento da produção de biodiesel no Brasil, ele vem se acumulando como um subproduto indesejável, o que motiva o estudo”.
As células possuem catalisadores suportados na superfície de eletrodos que realizam reações de oxidação e redução dos combustíveis, gerando energia. O combustível é alimentado de forma contínua na célula, o que permite a produção ininterrupta de energia. “Nas células convencionais, a energia elétrica é obtida por meio da combustão eletroquímica dos combustíveis”, conta Gomes. “Nos modelos microbianos, a eletricidade é conseguida quando as bactérias são capazes de transferir os elétrons produzidos durante o metabolismo para os eletrodos”.
A maior parte das pesquisas com células microbianas tem utilizado matéria orgânica de águas residuais, aponta o pesquisador. “Neste trabalho, optou-se pelo glicerol, por ser o principal subproduto da elaboração de biodiesel”, observa, “e porque o micro-organismo utilizado, a Pseudomonas aeruginosa, produz piocianina, composto responsável pelo transporte de elétrons das células bacterianas para o eletrodo, na presença do glicerol”.
Desempenho
De acordo com o pesquisador, a baixa densidade de potência e o tempo de vida indeterminado ainda limitam o desenvolvimento de aplicações práticas para as células. “No entanto, existem várias possibilidades de utilização, como em geradores auxiliares de eletricidade nas próprias indústrias de biodiesel, que permitiriam uma pequena economia de energia elétrica”, ressalta.
Gomes aponta que não foi possível construir um biorreator de bancada para testar a produção de energia com uma célula de grande volume e eletrodos maiores, devido ao prazo reduzido para pesquisa (dois anos) e a interrupção do trabalho, pois iniciou Doutorado no exterior. “Mas os resultados são encorajadores e mostram que muito ainda se pode fazer para aumentar a eficiência e produção de energia das células a combustível microbianas”, destaca.
A pesquisa foi orientada pelo professor Ernesto Rafael Gonzalez, do IQSC, com a colaboração da professora Márcia Nitschke, do Laboratório de Biotecnologia Microbiana, e de Camilo La Rotta, pós-doutorando no Instituto. O estudo teve o apoio do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Fonte: USP Microalgas polivalentes Além de serem fontes de biomoléculas para o desenvolvimento de novos produtos, com aplicações nas indústrias alimentícia, cosmética, farmacêutica e petroquímica, entre outras, as microalgas também podem ser utilizadas para o sequestro biológico de carbono da atmosfera.
Entretanto, justamente em função do aumento de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, causado pelo aquecimento global, esses microrganismos têm diminuído nos oceanos nos últimos cem anos. Uma perda que contribui ainda mais para o aumento de CO2 na atmosfera e para a diminuição das cadeias alimentares oceânicas e dos recursos pesqueiros, apontam estudos internacionais.
Para utilizar esses microrganismos marinhos tanto para o sequestro biológico de CO2 atmosférico em larga escala como para produzir biomoléculas para diversos fins, como em energia e na agricultura, pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), campus de São Carlos, em parceria com a Braskem, estão cultivando células de microalgas em laboratório.
O projeto é financiado pela FAPESP e pela Braskem por meio do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE).
Iniciado em 1995, o PITE tem apoiado projetos de pesquisa desenvolvidos em cooperação entre centros de pesquisa de empresas e instituições acadêmicas e institutos de pesquisa, em regime de cofinanciamento entre a Fundação e as empresas.
Os resultados alcançados por alguns projetos apoiados foram apresentados durante o Workshop FAPESP-ABC sobre Pesquisa Colaborativa Universidade-Empresa. Promovido pela FAPESP e pela Academia Brasileira de Ciências (ABC) nos dias 7 e 8 de novembro, o evento ocorreu paralelamente à Feira de Negócios em Inovação Tecnológica entre Empresas, Centros de Pesquisa e Universidades (Inovatec), realizada pela Confederação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo. Por meio do projeto, iniciado há um ano, pesquisadores da UFSCar desenvolveram um fotobiorreator fechado contínuo de bancada, com capacidade de 200 litros de água, para cultivar células de microalga do gênero Chlorella vulgaris em casas de vegetação.
Na próxima etapa, em 2012, os pesquisadores pretendem aumentar a capacidade do equipamento para mil litros de água. E, no fim do projeto, em 2013, atingir a capacidade de produção controlada de uma cultura de microalga em 3,5 mil litros de água, em ambientes naturais.
“O fotobiorreator com capacidade de 200 litros de água é um híbrido do sistema de produção de microalgas em tanques abertos e de um biorreator fechado, reunindo as boas características de cada um deles”, explicou Ana Teresa Lombardi, professora da UFSCar e coordenadora do projeto, na palestra que apresentou no evento.
Apesar de apresentar menor custo e maior facilidade de manutenção, em comparação com fotobiorreatores fechados, os tanques abertos têm alto risco de contaminação e inviabilizam a manipulação bioquímica da composição das microalgas – o fator que possibilita originar biomoléculas para a produção de diversos compósitos.
Por meio de diversos experimentos de controle de fisiologia das microalgas e técnicas de análise térmica, que devem ser realizados em um laboratório de biotecnologia de algas a ser construído na UFSCar, os pesquisadores pretendem desenvolver biomoléculas energéticas para produção de biocombustível.
Já o resíduo final de todo o processo de cultivo no fotobiorreator, como o meio de cultivo e as próprias microalgas, também será testado para uso em cultivo de hortaliças e para recuperação de vegetação nativa e de solos degradados de cerrado.
“O projeto tem caminhado muito bem. O primeiro objetivo, que era o de aumentar a produtividade das microalgas e controlar a composição bioquímica delas, já foi praticamente atingido”, disse Lombardi. O próximo objetivo a ser atingido pelos pesquisadores será o de aprimorar a tecnologia de cultivo contínuo, aumentando o controle do estado fisiológico das microalgas.
Fonte: Agência FAPESP
Pesquisador do IQ-USP desenvolve polímero a partir do milhoUm novo polímero, desenvolvido a partir de derivados do milho por um pesquisador brasileiro em parceria com cientistas dos Estados Unidos, pode substituir em resinas epóxi o bisfenol A, composto também utilizado em policarbonatos que gera produtos plásticos, como garrafas e mamadeiras, e que está sendo banido em diversos países, incluindo o Brasil.
A invenção rendeu ao professor Luiz Henrique Catalani, do Instituto de Química (IQ) da Universidade de São Paulo (USP), e aos outros três autores da descoberta o prêmio Thomas Alva Edison Award 2011. Concedido pelo Conselho de Pesquisa e Desenvolvimento de New Jersey, nos Estados Unidos, o prêmio foi entregue em 10 de novembro a 40 inventores e 13 empresas.
Em 2004, durante um pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Nova Jersey (NJIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, Catalani se integrou a um grupo de cientistas da instituição, liderada por Michael Jaffe. Na época, os pesquisadores se dedicavam a um projeto, apoiado pelo Iowa Corn Promotion Board (ICPB), com o objetivo de agregar valor a produtos do milho.
Uma das possibilidades levantadas foi desenvolver produtos baseados em um composto derivado da glicose do milho, chamado isosorbídeo. Com base nessa substância, os cientistas deram origem a um novo polímero para compor resinas tipo epóxi, que são utilizadas em larga escala em plásticos rígidos, como placas de computador, embalagens e revestimentos.
“Esse novo polímero é importante tanto pelo fato de ser proveniente de insumos da biomassa – e, portanto, uma alternativa aos derivados de petróleo – como também por substituir o bisfenol A em resinas epóxi”, disse à Agência FAPESP.
De acordo com o pesquisador, o composto que está sendo proibido em diversos países – por ser um mimetizador de estrógenos (hormônios), entre outros efeitos – é utilizado em diversos produtos como um agente plastificante. Já em resinas epóxi a substância é a base (monômero) do polímero.
“Estamos propondo uma nova estrutura molecular correspondente ao bisfenol A para substituí-lo em resinas epóxi, que é o isosorbídeo”, disse. O novo polímero resultou em uma patente, registrada por Catalani e pelos outros três pesquisadores autores da descoberta: Anthony East, Michael Jaffe e Yi Zang, do NJIT.
Já produzido em escala comercial a partir do milho, o isosorbídeo também poderia ser obtido a partir de outras matérias-primas, como a cana-de-açúcar. “Certamente, a cana-de-açúcar seria uma alternativa para obter esse produto, porque dela se obtém glicose em grande quantidade”, explicou.
O trabalho realizado em parceria com a equipe do NJIT se integra aos desenvolvidos por Catalani no IQ da USP, voltados para a produção de poliésteres biodegradáveis e bioabsorvíveis para aplicações como biomateriais para uso em engenharia biomédica.
O pesquisador pretende utilizar o novo polímero derivado do isosorbídeo para desenvolver um suporte ao crescimento de diversos tipos de células, que representa o primeiro passo para se tentar produzir tecidos artificiais, como tecido ósseo ou para reconstituição de tímpano.
Em um projeto realizado com apoio da FAPESP, Catalani e equipe no IQ-USP desenvolveram estruturas chamadas hidrogéis.
Formados por redes de polímeros, essas estruturas que absorvem água em grandes quantidades podem atuar como “curativos inteligentes”, realizando a liberação controlada de fármacos, como antibacterianos e antifúngicos.
“Já temos três patentes depositadas no Brasil na área de hidrogéis. Mas não temos um produto final porque ainda não fechamos com nenhuma empresa interessada em produzi-lo”, disse.
Fonte: Agência FAPESP
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CURSOS |
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27 a 29 de março de 2012 no Rio de Janeiro (RJ) Curso promovido pelo Portal de Poliuretanos é baseado no livro Química e Tecnologia dos Poliuretanos com o Catálogo de Empresas e a Relação de Fornecedores. Será realizado em no CRQ em São Paulo (SP), na Lanxess em São Leopoldo (RS) e no Business Quality no Rio de Janeiro (RJ), das 8h30 às 17h30 em 2012. O custo do curso é de R$1.170,00. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail vilar@poliuretanos.com.br Colorimetria Aplicada
O associado que ganhou o curso de Colorimetria Aplicada, realizado no dia 24/11, no Transamérica Executive em São Paulo, foi Lucas Manoel Bispo da USP, São Paulo. Parabéns ao ganhador e agradecemos a todos os associados que também participaram!
Confira mais cursos no site da ABEQ: www.abeq.org.br/cursos_abeq.asp
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Estão abertas as inscrições para a contratação de pesquisador para estudos sobre preparação e caracterização de adsorventes e catalisadores. O pesquisador será contratado em regime CLT com dedicação de 40 horas semanais. O contrato poderá ter validade de até três anos com possibilidades de prorrogação. Preferência por candidatos com Mestrado ou Doutorado em Química ou Engenharia Química, com experiência no tema e na caracterização desses sólidos. O valor do salário bruto dependerá da experiência e titulação do selecionado, tendo como referencia o valor limite de R$ 6.000,00. Além dos benefícios da CLT (*) o contratado receberá plano particular de saúde (UNIMED), vale alimentação e vale transporte. Os interessados devem enviar curriculum no formato DOC ao e-mail forbeq-bounces@listas.nce.ufrj.br Bioinformata para o LABINFO/LNCC O Laboratório de Informática do Laboratório Nacional de Computação Científica (LABINFO/LNCC/MCTI) está selecionando candidato para preencher a seguinte vaga de Bioinformática para Pesquisa e implementação de algoritmos e pipelines aplicados a montagem, anotação e comparação de genomas (procariotos, eucariotos e metagenoma). O candidato deverá ter preferencialmente DOUTORADO, possuindo formação nas áreas de computação, das ciências biológicas, ou afins, com sólidos conhecimentos em bioinformática. É necessário o conhecimento dos algoritmos de alinhamentos de sequências e desejável ter experiência no uso de programas de montagem de genomas (Newbler, Celera Assembler - WGS, Phrap, Velvet, Euler, Mira etc) e deverá ter experiência na utilização de linguagens de programação. A contratação é em regime
CLT e o salário será de acordo com o nível acadêmico do candidato ou
experiência comprovada e poderá¡ chegar até R$ 6.240,00. Os currículos devem
ser enviados para o email labinfo@lncc.br e os Onde encontrar seu estágio:
Agevig Recursos Humanos, Tel.: (35) 3422-9600 Ciee, Tel. 11 3046-8222, www.ciee.org.br CNIEE - Pouso Alegre, Tel.: (35) 3421-7477, www.cniee.com.br CRIE - Centro Regional de Integração de Estágios, Tel.: (42) 3523 9920 Estagiarios.com Web Services, Tel.: (11) 3951-2185, www.estagiarios.com Estágio - Desenvolvimento de RH, Tel.: (11) 4123-4569, www.estagio.org Estágio Fácil Assessoria Acadêmica, Tel.: (65) 3326-3288 Estagiar Integração e Gerenciamento Estudante-Empresa, Tel.: (11) 5599-4688, www.estagiar.net Fundap, Tel. 11 3066-5885, www.fundap.sp.gov.br Gelre, Tel. 11 3351-3744, www.gelre.com.br Global Central de Estágios, Tel.: (11) 4979-7700, www.globalestagios.com.br Grupo Premium, Tel.: (11) 3579-9400, www.grupopremiumservicos.com.br Inicie Estágios, (http://www.inicie.com.br), Tel.: (45) 3254-3116 Mudes, Tel. 21 3094-1181, www.mudes.org.br Nape - Núcleo Assistencial para Estágios, Tel.: (11) 4337-6767, www.nape.com.br Nube, Tel. 11 3514-9300, www.nube.com.br Proempe - Integrador Empresa Escola, Tel.: (34) 3077-3074, www.proempe.com.br Pró Estágios, Tel.: (41) 3029-9254, www.interagepr.com.br Soulan Central de Estágios, Tel.: (11) 3748-9046, www.soulan.com.br Coordenadores de estágios dos cursos de pós-graduação.
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NOTÍCIAS ESTUDANTIS |
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22 a 29 de janeiro de 2012, Natal, RN
O Congresso Nacional dos Estudantes de Engenharia Química – CONEEQ - é um evento de caráter técnico-científico e social, itinerante e sem fins lucrativos, realizado anualmente por Estudantes de Engenharia Química do Brasil, juntamente com a Federação Nacional dos Estudantes de Engenharia Química – FENEEQ.
O objetivo geral deste evento é promover o intercâmbio de conhecimento entre acadêmicos das diversas Instituições de ensino superior em Engenharia Química, Engenharia de Alimentos, Química Industrial e alunos dos cursos de graduação de áreas afins, de todo o país. Isto proporciona o aprimoramento da qualidade do ensino de Engenharia Química nas Universidades brasileiras, desenvolve e estimula a troca de conhecimentos, pesquisas e experiências, fornece a oportunidade de discutir oportunidades no campo de trabalho e também conscientiza os participantes dos seus direitos e deveres para com a sociedade e o meio ambiente. Informações: contato@coneeq.com e site http://www.coneeq.com/
Envie notícias, comentários e sugestões, por e-mail, para a secretaria da ABEQ, escrevendo no campo assunto a frase "Notícias Estudantis".
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EVENTOS |
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09 a 12 de setembro de 2012 A submissão de resumos para o XIX Congresso Brasileiro de Engenharia Química – COBEQ 2012, que será realizada durante o mês de setembro de 2012 em Búzios (RJ), termina no dia 31 de dezembro de 2011. O Congresso Brasileiro de Engenharia Química – COBEQ é um evento realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Química – ABEQ a cada 2 anos. É o principal congresso promovido pela ABEQ, constituindo-se no fórum nacional mais importante para o encontro dos diversos profissionais que atuam em Engenharia Química, tanto aqueles que se dedicam ao ensino e à pesquisa nas universidades, como aqueles que desenvolvem atividades profissionais na área industrial. Não deixe de participar! Para mais informações acesse o site do evento www.cobeq2012.com.br
VII Semana de Engenharia Química da Escola Politécnica 30 de janeiro a 03 de fevereiro de 2012 Para esta 7ª edição, o tema central da Semana de Engenharia Química da Escola Politécnica (SEQEP) da Universidade São Paulo (USP) será “O Perfil do Engenheiro Químico Moderno”, e visa apresentar aos estudantes características que o engenheiro químico precisa ter para se sobressair frente aos outros engenheiros da mesma área. A programação contará com palestras motivacionais e técnicas de empresas e profissionais renomados, oficinas, mesas redondas, visitas técnicas a grandes indústrias e empresas, minicursos para a complementação da sua formação acadêmica, mostra de iniciação científica e um workshop com representantes das empresas patrocinadoras. Para mais informações acesse o site do evento http://www.seqep.com.br/
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NOTÍCIAS ABEQ |
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Palestra de Sauro Pierucci aborda as oportunidades para o estudante de engenharia química na Itália Evento foi realizado no Auditório do CRQ IV Região, em São Paulo (SP)
A ABEQ promoveu no dia 6 de dezembro, no Auditório do CRQ IV Região, em São Paulo (SP), uma palestra com o professor Sauro Pierucci sobre oportunidades para o estudante de engenharia química na Itália. O palestrante, do Instituto de Química Industrial e Engenharia Química da Escola Politécnica da Milão, já participou de diversos encontros científicos internacionais. Por meio da Associação Italiana de Engenharia Química (AIDIC), já fez parte da organização de congressos, colaborações internacionais e atividades editoriais científicas. Sauro Pierucci falou sobre as oportunidades aos estudantes em seu país de origem, além de esclarecer os desafios e vantagens fora do Brasil. Além dos inscritos estiveram presentes o Diretor Presidente da ABEQ Edson Bouer (foto central lado esquerdo) e o Presidente do CRQ IV Região Dr. Manlio de Augustinis (foto central lado direito). Tivemos o sorteio do livro Os Elementos – Uma Exploração Visual dos Átomos Conhecidos no Universo, de THEODORE GRAY, doado pela da Editora Blucher.
Bilheteria.com
Em parceria com a Bilheteria.com, a ABEQ oferece aos seus associados a oportunidade de adquirir ingressos de parques, teatro, passeios, shows e muito mais com preços especiais e com toda a comunidade. No mês de janeiro, você poderá assistir ao show da banda Capital Inicial, ou, ainda, conferir a apresentação do cantor internacional James Blunt. Para verificar essas e outras opções de lazer, acesse a newsletter de espetáculos musiciais ou entre em contato com a secretaria da ABEQ pelo telefone (11) 3107-8747 e e-mail: abeq@abeq.org.br
Associe-se à ABEQ
A ABEQ oferece diversos benefícios:
- Oportunidades de contatos com colegas, associações, universidades, empresas e entidades governamentais;
- Encontros nas áreas científica, tecnológica e de ensino que mobilizam cerca de 1.200 profissionais;
- Publicação científica trimestral com o respeitável índice de impacto 0,377 (Web of Knowledge), uma revista técnico - comercial distribuída gratuitamente aos sócios, além deste boletim eletrônico de notícias;
- Concursos para estudantes e pós-graduandos, através da distribuição anual de cerca de R$ 46 mil, em prêmios, amplamente reconhecidos pela comunidade acadêmica;
Oferece ainda uma infinidade de outros serviços que ajudam a comunidade de engenharia química a melhor posicionar-se quanto aos desafios do presente e do futuro, nas áreas tecnológica, científica e de ensino.
Anuidade 2012
Sócio Efetivo/Colaborador – R$ 116,00 Sócio Estudante – R$ 58,00 Sócio Coletivo – R$ 651,00 Sócio Cooperador – R$ 6.174,00 – 4 X R$ 1.543,50
Assinatura Brazilian Journal 2012
Pessoa física (sócio): R$ 56,00 Pessoa física (não sócio): R$ 133,00 Pessoa jurídica (não sócio): R$ 200,00 Assinatura internacional: U$ 500,00 Sócios coletivos/cooperadores: isentos.
Assinatura REBEQ 2012
Sócio Isento Não Sócio R$ 45,00 Avulsa R$ 18,00
A ABEQ encerra mais um ano e agradece a todos pela parceria e colaboração. Que no próximo ano sejamos ainda mais unidos para fazer nossa associação sempre crescer, atingindo um lugar de ainda mais destaque!
Informamos que a ABEQ – Associação Brasileira de Engenharia Química, entrará em férias coletivas a partir de 26 de dezembro de 2011 a 10 de janeiro de 2012, retornando às atividades no dia 11 de janeiro de 2012. Boas festas! Feliz Natal e Próspero Ano Novo!
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